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Dilma Roussef anuncia ampliação do Bolsa Familia em março. |
Segundo dados divulgados pelo governo federal, Bananal possui 144 familias vivendo na miséria. São 440 pessoas consideradas extremamente pobres.
Com a ampliação do Bolsa Familia a partir deste mês de março, elas serão contempladas com dinheiro extra para terem uma renda per capita de pelo menos R$ 70 por mês.
Para ter o benefício as familias devem estar inseridas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Com base nesses dados, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) seleciona, de forma automatizada, as famílias que serão incluídas, mas a entrada das famílias no Programa e o recebimento do benefício não é imediato.
Em Bananal, 1.983 familias estão registradas. Atualmente, existem apenas 911 familias beneficiárias do Programa Bolsa Familia, correspondendo a 45,94% da demanda.
O governo não divulga o montante de dinheiro destinado a cada localidade, mas estima-se que o Bolsa Familia injete mais de R$ 70 mil na economia da cidade. Ampliado a todos os cadastrados, o numerário poderia saltar para algo em torno de R$ 150 mil. Esses valores poderiam ser ainda maiores porque o beneficio varia conforme o tamanho das familias.
Em fevereiro o programa pagou R$ 1,9 bilhão para 13,6 milhões de familias em todo o país. Para o estado de São Paulo foram destinados R$ 165,8 milhões, num valor médio de R$ 131,51 por familia. Por esta média, Bananal estaria recebendo cerca de R$ 120 mil, podendo chegar a mais de R$ 260 mil quando a ampliação atingir o total de cadastrados.
Anunciado pela Presidenta Dilma Roussef no final de fevereiro, a ampliação do Bolsa Familia beneficiará 2,5 milhões de brasileiros em situação de extrema pobreza. Na região metropolitana do Vale do Paraiba e Litoral Norte o total é de 19.159 pessoas a terem sua renda complementada pelo programa.
O próximo passo do governo agora é detectar as 700 mil familias que ainda não fazem parte de nenhum cadastro social. A meta é incluí-las no Bolsa Familia até 2014.
Algumas cidades já saíram a campo. Na RM Vale apenas 7 municípios efetuaram o levantamento. Dentre eles 4 são do Vale Histórico: Arapei, São José do Barreiro, Areias e Silveiras.
Bananal figura entre os 32 municípios da RM Vale que ainda sairão a campo.
Mas antes disso precisará resolver problemas como a efetiva implantação do CRAS (Centro de Referência da Assistência Social).
O Centro não foi corretamente efetivado pela administração anterior e foi desativado por não preencher os requisitos de implantação. O CRAS é considerado imprescindivel para a execução do Bolsa Familia. Na maioria das cidades é nele que são formalizados os cadastros das familias. Através dele, funcionários são treinados e também são formadas equipes volantes para estender e até fiscalizar a execução do programa.
Com a ampliação do Bolsa Familia a partir deste mês de março, elas serão contempladas com dinheiro extra para terem uma renda per capita de pelo menos R$ 70 por mês.
Para ter o benefício as familias devem estar inseridas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Com base nesses dados, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) seleciona, de forma automatizada, as famílias que serão incluídas, mas a entrada das famílias no Programa e o recebimento do benefício não é imediato.
Em Bananal, 1.983 familias estão registradas. Atualmente, existem apenas 911 familias beneficiárias do Programa Bolsa Familia, correspondendo a 45,94% da demanda.
O governo não divulga o montante de dinheiro destinado a cada localidade, mas estima-se que o Bolsa Familia injete mais de R$ 70 mil na economia da cidade. Ampliado a todos os cadastrados, o numerário poderia saltar para algo em torno de R$ 150 mil. Esses valores poderiam ser ainda maiores porque o beneficio varia conforme o tamanho das familias.
Em fevereiro o programa pagou R$ 1,9 bilhão para 13,6 milhões de familias em todo o país. Para o estado de São Paulo foram destinados R$ 165,8 milhões, num valor médio de R$ 131,51 por familia. Por esta média, Bananal estaria recebendo cerca de R$ 120 mil, podendo chegar a mais de R$ 260 mil quando a ampliação atingir o total de cadastrados.
Anunciado pela Presidenta Dilma Roussef no final de fevereiro, a ampliação do Bolsa Familia beneficiará 2,5 milhões de brasileiros em situação de extrema pobreza. Na região metropolitana do Vale do Paraiba e Litoral Norte o total é de 19.159 pessoas a terem sua renda complementada pelo programa.
O próximo passo do governo agora é detectar as 700 mil familias que ainda não fazem parte de nenhum cadastro social. A meta é incluí-las no Bolsa Familia até 2014.
Algumas cidades já saíram a campo. Na RM Vale apenas 7 municípios efetuaram o levantamento. Dentre eles 4 são do Vale Histórico: Arapei, São José do Barreiro, Areias e Silveiras.
Bananal figura entre os 32 municípios da RM Vale que ainda sairão a campo.
Mas antes disso precisará resolver problemas como a efetiva implantação do CRAS (Centro de Referência da Assistência Social).
O Centro não foi corretamente efetivado pela administração anterior e foi desativado por não preencher os requisitos de implantação. O CRAS é considerado imprescindivel para a execução do Bolsa Familia. Na maioria das cidades é nele que são formalizados os cadastros das familias. Através dele, funcionários são treinados e também são formadas equipes volantes para estender e até fiscalizar a execução do programa.
O Bolsa Família integra o Plano Brasil Sem Miséria (BSM), que está baseado na
garantia de renda, inclusão produtiva e no acesso aos serviços públicos.
Ele possui três eixos principais focados na transferência de renda, condicionalidades e ações e programas complementares. A transferência de renda promove o alívio imediato da pobreza. As condicionalidades reforçam o acesso a direitos sociais básicos nas áreas de educação, saúde e assistência social. Já as ações e programas complementares objetivam o desenvolvimento das famílias, de modo que os beneficiários consigam superar a situação de vulnerabilidade.
Ele possui três eixos principais focados na transferência de renda, condicionalidades e ações e programas complementares. A transferência de renda promove o alívio imediato da pobreza. As condicionalidades reforçam o acesso a direitos sociais básicos nas áreas de educação, saúde e assistência social. Já as ações e programas complementares objetivam o desenvolvimento das famílias, de modo que os beneficiários consigam superar a situação de vulnerabilidade.